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Música boa é aquela que eleva a vibração e te faz feliz!

Tempo de leitura: 8 min

Escrito por Leninha Bochiski

O conceito de música boa varia de pessoa para pessoa, mas como a música tem o dom de mexer com nossas emoções e criar vibrações positivas, ou negativas, é importante falar sobre a ENERGIA envolvida quando estamos ouvindo qualquer tipo de música.

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Como meu compromisso aqui no blog é falar sobre assuntos que despertem a consciência das pessoas para COMO a vida realmente funciona, decidi escrever esse artigo falando sobre gostos musicais, no geral.

Se você gosta de um determinado tipo de música e acaba criticando os outros tipos, ou ainda discriminando as pessoas que ouvem o som que você não gosta, é importante ficar atento(a) para perceber a vibração que é criada com essas críticas e discriminação.

Aqui, como sempre, quero deixar claro que também tenho meus tipos preferidos de música, e como muita gente, eu tinha desespero de ouvir certos ritmos e xingava mesmo as pessoas que ouvem esses tipos, até me tocar que a energia ruim que eu gerava com essas críticas ficavam apenas COMIGO.

É isso! Se você xinga os vizinhos que ouvem funk no último volume, saiba que a energia dessa raiva pelo som alto e pelo tipo de música fica aí dentro da sua mente, coração e aura, pois as pessoas que ouvem esse tipo de som NÃO TÊM sensibilidade para perceber e curtir músicas diferentes.

Quando falamos de música boa, muita gente acredita que as melodias clássicas são as mais elevadas, mas apenas pessoas com extrema sensibilidade na alma conseguem mesmo se elevar com composições de Beethoven, Bach, e outros.

Veja, dentro do nosso processo evolutivo vamos sofrendo um refinamento da nossa alma, os nossos gostos começam a ficar diferentes quando entramos no processo de autoconhecimento e expansão da consciência, porque nossa mente começa CAPTAR e ENTENDER coisas novas, e a música está envolvida também.

Sabendo que todos somos Centelhas Divinas, é seguro dizer que a nossa essência está acostumada com sons extremamente limpos, melodiosos, harmônicos, por isso conforme vamos nos conectando mais com nossa Centelha acabamos mudando nosso gosto musical, às vezes de forma radical.

O que mais ocorre é deixarmos de gostar, ou apreciarmos menos os sons mais populares, os ritmos com menos melodia, e passamos a gostar mais de acordes mais longos, onde existe uma harmonia e não apenas a repetição exaustiva de 3 notas apenas.

A energia envolvida na música (boa e ruim)

Estava pensando que, se eu decidi falar sobre música boa é porque na minha cabeça existe música ruim, certo?

E, talvez esses não fossem os conceitos mais acertados para me referir a isso, mas acredito que sejam os que as pessoas, que lerão esse texto, entenderão com mais facilidade.

Agora eu quero perguntar uma coisa para você:

Existem músicas que quando você ouve despertam lembranças, emoções, sentimentos bons, ou ruins?

Acredito que sua resposta foi positiva e você até consegue listar essas músicas rapidamente na sua cabeça. Sabe por que isso acontece?

Porque nós temos uma memória que relaciona os eventos com TODAS as circunstâncias que estão ao nosso redor.

Assim, se no dia que você conheceu o amor da sua vida estava tocando uma determinada música, sua MENTE vai relacionar esse evento com essa música, e vocês começarão a dizer que ela é a música “de vocês”, mesmo que não seja um som preferido por nenhum dos dois.

Como tem músicas que relacionamos com os eventos bons da nossa vida, também tem as que estão ligadas aos eventos negativos e ruins, uma melodia que faz você lembrar de alguém que já partiu, ou uma música que te lembra do fim de um relacionamento.

Percebe? De uma forma, ou de outra, a música está presente no nosso dia a dia, principalmente para as pessoas que estão sempre ouvindo rádio, spotify, CD´s, etc.

Agora, quero que você preste atenção nos sentimentos que aparecem quando você ouve determinados tipos de música.

Quando você ouve uma música que traz uma recordação negativa, sua emoção logo se entristece, e essa emoção acaba criando uma avalanche de outros sentimentos negativos que influenciam diretamente na sua vibração.

Então, quando eu falo sobre “música boa” estou falando de melodias que trazem pensamentos e emoções positivas, ajudando a elevar a vibração, que é a energia que o universo lê, como eu sempre falo por aqui!

Músicas que possuem letras chulas, depreciativas, com conotação erotizada, acordes que se repetem sem parar e não possuem uma melodia mais elaborada, acabam criando emoções mais baixas, baixando também a vibração como um todo.

Assim, se você é daquelas pessoas que gostam de ouvir músicas dor de cotovelo, ou sofrência, com certeza tem emoções relacionadas com amores não correspondidos, ou relacionamentos que foram tóxicos, e a energia e emoções que essas músicas trazem criam uma aura de sofrimento ao seu redor.

E aí, o que o universo faz? Manda mais amores não correspondidos e mais pessoas tóxicas para sua vida.

Quando você canta repetidamente uma letra de música ruim (com energia baixa, como funk, por exemplo), vibra energia erotizada, o que acaba atraindo experiência de erotização desequilibrada por causa da estimulação dos centros eróticos do cérebro através da letra desse tipo de música.

Por isso é importante prestar muita atenção nas letras das músicas que você canta em voz alta, porque como a nossa voz é uma forma de DECRETAR coisas em nossa vida, letras negativas e depreciativas criarão energias densas e atrairão eventos desse mesmo nível.

Por isso que, no título, eu falei que música boa é aquela que eleva sua vibração, através da alegria, de letras bem elaboradas e inteligentes, de acordes melodiosos e harmônicos que ressoam diretamente com nosso centro cardíaco, criando sensação de bem estar e tranquilidade.

Cada consciência uma sentença, até mesmo na escolha musical

Eu sempre ouvi essa frase desde que era muito pequena: “Cada cabeça uma sentença”, o que significa que cada pessoa ESCOLHE a experiência que quer viver, e através das emoções atrai os eventos bons e ruins da vida.

Se você já tem um nível cultural e vibracional mais elevado, com certeza não deve se sentir bem ouvindo funk carioca, sofrência, forró pisadinha, pagode de “corno”, e outros ritmos que vibram mais fortemente no segundo e terceiro chacras (região sexual-esplênico e umbigo-plexo solar).

Alguns tipos de ritmos vibram diretamente em determinados chacras, hiperestimulando as regiões adjacentes a eles criando emoções que podem ficar muito desequilibradas com o passar do tempo, ouvindo sempre o mesmo tipo de música (o ritmo) em si.

Pessoas que ouvem muito funk carioca acabam ficando com o desejo sexual desequilibrado, quem ouve muitas músicas de sofrência fica desanimado, triste e com nostalgia, e assim cada ritmo desperta um tipo de emoção que, se ficar muito tempo sendo ativada, cria uma vibração negativa crônica (que a pessoa nem percebe).

Por isso, escolher ouvir música boa (com energias positivas) é um caminho seguro e prazeroso para LIMPAR os campos energéticos e também elevar a vibração de forma efetiva.

Geralmente ritmos que tem muito mais percussão (tambor/bateria) atuam diretamente no sistema nervoso central causando aceleração cardíaca, aumentando a ansiedade e o nervosismo.

Tanto é que antigamente, quando tribos guerreavam (de vários povos), eram tocados determinados acordes de tambor que incentivavam o desejo de luta.

Músicas que possuem acordes de percussão repetitivos (pagode, forró, funk, rock metal) levam o sistema nervoso a um esgotamento, deixando as pessoas nervosas a ponto de causar brigas sem motivos relevantes.

Do outro lado, músicas com melodias mais elaboradas, onde instrumentos de corda e sopro predominam, tendem a acalmar nosso sistema nervoso, ativar endorfinas e trazer bem estar e calma (blues, jazz, sinfonias).

Existem estudos que mostram que colocar música tranquila perto da barriga das mulheres gestantes, faz com que os bebês sejam mais calmos depois de nascerem.

Também existe a terapia musical que utiliza determinados tipos de ritmos e melodias para estimular diferentes partes do cérebro afim de curar traumas.

Por isso, escolher acordes mais harmônicos é uma forma de atuar diretamente no sistema nervoso criando harmonia e bem estar.

A música “ruim” está sempre relacionada com a pobreza?

É comum relacionarmos os ritmos mais primitivos e repetitivos com a periferia das cidades e a população mais pobre.

Porém, trazendo essa correlação para a luz da energia de COMO funciona o universo, o que ocorre é que, normalmente, as pessoas que habitam nesses locais possuem uma CONSCIÊNCIA de pobreza e baixa autoestima que as mantém com a mente alienada, não conseguindo reconhecer o bem estar das melodias mais elaboradas.

Também é importante lembrar que a pobreza é um estado de espírito, e conforme a pessoa vai percebendo isso e saindo desse estado, acaba preferindo outro tipo de música, não porque deixou de ser pobre, mas porque sua mente e coração não se afinam mais com ritmos tão primitivos.

Uma pessoa que está acostumada a frequentar espetáculos de ópera, ou concertos com grandes orquestras não conseguirá ouvir os ritmos mais primitivos e sentir prazer.

E isso pode ser uma pessoa rica, ou uma pobre, uma que vive na periferia, ou nas zonas privilegiadas das grandes cidades.

Quando nossa alma DESPERTA e aprende a reconhecer a harmonia da música boa que traz bem estar, normalmente não se afina mais ouvindo ritmos primitivos que estimulam o nervosismo e ansiedade.

Lembre-se a música que você ouve DESPERTA emoções, e são essas emoções que criam sua VIBRAÇÃO.

Assim, escolha sempre ouvir melodias mais elaboradas com ritmos mais harmônicos para manter uma energia de alegria e paz, que são as energias NORMAIS e COMPATÍVEIS com sua Centelha Divina!

Outro ponto importante é NÃO CRITICAR os ritmos “ruins”, nem as pessoas que os ouvem, porque cada um está em um processo evolutivo diferente, onde consegue perceber apenas determinadas coisas que são compatíveis com seu estado de consciência atual.

Conforme você se conectar com sua Centelha Divina, automaticamente começará a preferir músicas mais harmônicas, inclusive sem letra cantada, pois a energia que vem desses sons é mais elevada e pura.

Se deseja se conectar mais com seu Deus interior, experimente conhecer meu e-book “Tenho que Dizer: VOCÊ É DEUS”, e comece praticar os 12 exercícios simples que ensino ali.

Desejo que esse artigo falando sobre a importância de ouvir mais música boa ajude você escolher melhor o tipo de som que ouve e reproduz no dia a dia!

E você? Que tipo de música aprecia mais? Conte nos comentários, vamos compartilhar conhecimento!

Lembre-se sempre: VOCÊ TEM PODER!

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